Eu lembro bem. Ela dizia que não
queria, não sabia como fazer aquilo. E ria. Ela ria de tudo! Se dissesse que
queria um dar-lhe um beijo a resposta seria um sorriso doce e inocente que te
tão inocente parecia um convite. Ela olhava lentamente para todos os lados,
fugia de mim. Mas estava lá. Seu corpo contra o meu, tremendo. Tudo dizia que
ela não queria estar ali; exceto pelo gemido leve que ecoava pelo espaço toda
vez que eu a tocava. Aquela calça rasgada não servia mais. A camisa preta
escondia o pouco do pudor que restara, e mesmo assim minhas mãos enxergavam
perfeitamente a sua fraqueza; cada vez que a tocava sua voz ficava mais
ofegante, seus olhos cerravam e os dentes mordiam tudo que estivesse ao alcance
– eu, por exemplo. E seguimos. Agora éramos carinho puro e o calor despira
nossos corpos, que por sua vez insistiam em não se separar. Ela hesitava, fugia
levemente como se não tivesse certeza do que estávamos fazendo e ainda assim
estava gostando. Sua boca não negava meus beijos, não mais. Os seios estavam
firmes, arrepiados e hipnotizavam-me com tanta beleza. Eu os colocava na boca,
chupava tudo, mordia lentamente os mamilos rosados enquanto olhava seus olhos e
tocava sua buceta. Ela gostava. Mama era, apesar da timidez, extremamente
sexual. Ela mordia o lábio, puxava meu curto cabelo e arranhava minhas costas a
cada movimento que eu fizesse. Eu queria aquele corpo todo pra mim. A pele
clara cheia de sardas e aqueles olhos loucos quase claros, quase escuros; os pequenos
pelos das belas e longas pernas. Tudo
nela era perfeito. Ela era perfeita. No instante seguinte não havia mais nada
que não soubéssemos um do outro. Ela mordia meu pescoço e sua mão passeava
pelas minhas costas; sabia o caminho, sabia me fazer tremer. Finalmente estava
acontecendo; éramos eu e a musa, minha musa. Mãos, olhos, boca e orelhas.
Mordidas, arranhões, carinho. Ela subia em mim, estávamos de frente, olhos nos
olhos, ela montava no meu colo e prendia as pernas na minha cintura, mexia-se
como uma serpente, rebolava sem parar e não tirava os olhos de mim. Agora eu
estava solto e ela estava de joelhos na minha frente. Veio, descarada, rindo
sem parar e colocou meu pau em sua boca. Que maravilha. Ela chupava tudo, com
gosto, estava adorando. Eu também. Não havia conhecido ninguém que fizesse um
boquete tão bom. Ela era realmente perfeita. E lá estávamos; ela chupando meu
pau, mostrando os dentes, feliz. Deitamos. Fui até ela outra vez e desci até
suas pernas. Mordia aquelas coxas com todo amor que havia em mim. Eram as
pernas mais belas que conhecia. Subi devagar até sua buceta. Ela estava molhada
e eu não parava de tocá-la. Comecei a chupar aquela delicia, chupava toda. Seu
gosto era delicioso, sua carne pulsava e ela tremia e ela gemia sem parar,
ficando cada vez mais molhada, mais e mais. Ela gritava, estava adorando, pedia
mais. Não parei. Agora minhas mãos conheciam seus peitos, minha boca chupava-a
toda e as pernas dela dançavam suspensas. Era maravilhoso. Chupei mais. E mais.
Ela adorava, não queria que eu parasse e eu não queria parar. Aquele era o
sonho. Levantei-me e carreguei Mama como uma noiva. Nos beijamos e fomos até a
cozinha onde havia um balcão mais ou menos alto. Ela encostou-se de costas para
mim e abriu as pernas; estava se tocando bem rápido e gemia com vontade.
Ajoelhei e continuei a chupar ainda mais enquanto ela se tocava. Naquele
momento nós dois soubemos que nascemos pra ficar juntos e nada seria capaz de
impedir nosso fogo. Levantei, ela continuava de quatro, apoiada contra o balcão
e olhava-me por cima do ombro. “Me come”- ela disse. Não precisava dizer outra
vez. Por trás, enfiei meu pau em sua buceta e devagar comecei a fodê-la. Estava
delicioso. Ela era apertada e quente, mexia-se com sensualidade e parecia
dançar comigo, contra mim. A pele branca estava marcada e vermelha, seus
cabelos estavam presos às minhas mãos, e eu os puxava com precisão. Ela gemia,
tremia e gemia mais. Estava adorando. Eu também. Mama era sensacional, era
perfeita. Era tudo que eu queria. Ela se contorcia no balcão enquanto tentava
se equilibrar; enquanto isso eu comia sua buceta com vontade, metia forte,
fundo. Ela gostava. Saímos do balcão e fomos para a sala; eu não tirava as mãos
daqueles lindos seios, e chupava sua buceta com vontade. Não iria parar. Voltei
a penetrá-la com tudo e dessa vez ela gemia ainda mais alto. Estávamos quase lá,
ela dizia que ia gozar e me apertava com força. Suas pernas prendiam-se a mim,
seus dedos marcavam minha pele; eu sangrava nas costas que ela tanto arranhava,
e mesmo assim, eu queria mais. Mama era a mulher mais sexy e maravilhosa de
todos os tempos, não importava o que dissesse. E seguimos um contra o outro,
cada vez mais rápidos, mais intensos, mais verdadeiros. Ela estava feliz e isso
era o que me deixava mais feliz. Gozamos. Ela tremia, não conseguia esconder um
sorriso safado que escapava, apertava ainda mais o corpo contra o meu; suas mãos pareciam querer entrar em mim.
Beijava meu pescoço enquanto eu beijava os seus peitos e ela mexia em cima do
meu pau; estávamos completos, estávamos prontos; prontos para sumir. Sumimos.
Acordei. Estava só. Eu lembro
bem. Ela dizia que não queria, não sabia como fazer aquilo. E ria. Eu não
passava de uma piada; ela não passava de um sonho. Mama era incrível. Perfeita
demais para ser verdade.
Paciência.