sempre ali, para o que for
em cima da mesa, como se nada quisesse.
maldito suspiro que sempre me escapa
maldita razão, que sempre me esquece.
hoje, quando a prataria brilhou
entre os guardados, havia uma foto
nada de muito especial, apenas uma foto.
hoje a prataria não brilha mais.
me perdi nesse espaço turbulento
entre beijos e poesias
entre noites de boemia
me larguei na sua cama fria
me joguei do seu último andar
meu copo de cachaça.
quinta-feira, junho 07, 2007
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