E o maremoto chegou.
E eu não vi nada.
Ele chega, convida, e compra. Nós nem sempre estamos aqui. Precisamos de tudo que há. Precisamos intenso de ti.
Essa casa é um circo, frenético da porra.
Especial. Você é como um saquê através de mim.
E ela sempre volta, como uma puta que perdeu o metrô.
E o umbigo chora, por não ter mais você.
E se eu sobreviver eu te falaria tudo, pois a verdade te traz a máscara que te fantasia. Ponto camufla.
Lhe esconde, errando gramaticalmente, e as porra não é erro, pois esconde uma vergonha sintética. Analítica e protéica.
Eu quero que ele se dê. Eu quero que LSD, mas não se passe.
Pois, como diriam os magos que praticam a arte do 'nem aí estar', o carnaval, além de ter acabado, acabou com nós.
Eis que sabemos, concluidos que estamos, que se tudo fosse como tudo era há um mês atrás, estaríamos sórdidos, como nunca pensamos em falar. Mas sempre fomos sinceros.
E tudo isso é um erro na sua... e balance.
Como balançaram quando pegaram, e finalmente alcançaram a minha.
Puta.
Eu te amo.
Ass: Não a Miramax, nem a Orion, pois choraram e sorriram demais. Eis seus Pixie & Disney.
Não.
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