...queriam apenas o cair da noite e que ela fosse amena como a brisa que entrava pela janela. ela olhava distraída para seu peito, que ofegava lentamente após o sexo recém terminado. eram perfeitos, unilaterais e verdadeiros. carregavam toda a história numa mão, e nessa mão apenas.
e então nasceu o dia para desapontá-lo novamente a respeito de tudo que desejara noites atrás. a cama vazia o deixara repleto de dúvidas: seria aquilo um sonho? ou mais uma que escapara antes que notasse o lugar maravilhoso que haviam chegado? e esta dúvida recorreu durante o dia inteiro, da mesa ao ócio, rompendo no meio da noite em lágrimas que não sabiam o porquê de estarem ali. era o fim, e ele sabia. e concluiu que o amor demais dura tanto quanto uma linha extensa num espelho sujo; um suficiente para deixá-los bem sobre si mesmos e péssimos sobre todo o resto.
era um teste; e eu perdi.
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