que tome mais um gole, fume outro cigarro
pedem que eu dance e que toque mais alto
e pedem que sorria.
e calam-se. e voltam cheios de segredos, citando poetas falecidos, encarnando novos filósofos. e mentem. e sugerem outros planos; que façamos parte de um todo.
(...)
ela dança à leveza do ser.
descalça, pisa em vidro como se fossem nuvens.
ela é forte, é gigante.
não agüenta um instante.
e ela bebe à saudade.
deixa o sol bater no rosto
e então seus olhos brilham
e some.
e se amam assim calados.
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