quinta-feira, março 12, 2009

Darfur.

Eu não sei como que é
Mas posso imaginar
Ter seus olhos arrancados
E não poder chorar

Ver seu vilarejo em chamas
Seus pais e seus irmãos
Tudo o que ama
Sucumbindo, indo ao chão

E o que resta
além da esperança ou da fé
São montes de areia
e mortos aos seus pés


Um Oásis de sangue aparece, então
Há mais do que camelos e tapetes no Sudão

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