quarta-feira, setembro 17, 2008

...do amor.

Fizemos do nosso amor uma coisa banal e desentendida.
Fizemos nossa rotina em cima de brigas e confusões.
Outrora, éramos tudo amor, sorrisos e bondades.
Hoje somos rancor, feridas e saudades.

Agora fique com esta carta de despedida
Pode guardar aonde quiser
Faça o que fizer, mas não se esqueça
Do amor que fizemos em cima de mentiras às avessas.

Não direi que fiz por bem, nem por mal.
Direi apenas o que fiz; como fiz.
E no papel, as letras mal desenhadas dirão
Que nem em mil anos alguém te amará como este ladrão.

Nenhum comentário: