das oportunidades que perdi, das coisas que deixei para depois, dos momentos que ignorei, dos sentidos que não distingui, das palavras que não proferi, dos momentos que não me impus, das coisas que não fiz, de antemão, das coisas que quero fazer.
dos minutos que desperdicei, das palavras que não juntei, das frases que não escrevi, das letras que não decorei, das igrejas que não derrubei.
dos silêncios que respeitei, das vírgulas que não contei, dos livros que não li.
de todo o tempo que desperdicei enquanto dormia.
de nada me arrependo mais, do que ter me tornado tão comum.
quarta-feira, julho 09, 2008
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