São suas mentiras fáceis de contar que mantém em pé.
Os meus remédios servem para o vício da dor.
Simples como aceitar um erro, é suportar o medo
De permanecer errado
Tudo bem, eu admito, não aprendi nada com os meus próprios atos
Mesmo em vão, continuo vivendo e errando.
Eu não quero discutir os problemas dos outros
Se não me importam os meus problemas
Preocupar-me? Pra quê? Não preciso saber muito sobre nós
Para ver que vamos sucumbir aos desejos da carne.
Outra vez, repito e repito
Assim posso ter certeza que estou sumindo
Do caráter, da bondade, da vontade de estar certo.
Os meus remédios servem para o vício da dor.
Simples como aceitar um erro, é suportar o medo
De permanecer errado
Tudo bem, eu admito, não aprendi nada com os meus próprios atos
Mesmo em vão, continuo vivendo e errando.
Eu não quero discutir os problemas dos outros
Se não me importam os meus problemas
Preocupar-me? Pra quê? Não preciso saber muito sobre nós
Para ver que vamos sucumbir aos desejos da carne.
Outra vez, repito e repito
Assim posso ter certeza que estou sumindo
Do caráter, da bondade, da vontade de estar certo.
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