Talvez essa felicidade seja comum em todas as pessoas. Há aqueles que se contentam com pouco, os que se contentam com muito, os que só se contentam com pouco e os que só se contentam com muito. Há quem diga que morrer é o começo, há quem ache o contrário e passa os dias esperando a hora de ir viver feliz, feliz e morto.
Tem quem diga que a boa música resolve tudo, tem quem não entende de música, tem quem acha que entende mas não passa de um completo idiota tentando parecer o que não é, enfurnado em um quarto escuro, ou na sala de casa, escrevendo poesias de baixo nível (literário) e lendo porcarias em sites de relacionamento. Esses são aqueles que perdem seus minutos pensando em como (des)agradas à tudo e todos. Os chatos.
Há quem diga que o copo está meio cheio, quem diga que está meio vazio, enfim... tem gente (leia-se louco) pra tudo.
Há urgência em estar vivo (dead fish)
Há o Sol, a Lua e todo o resto do sistema solar e não solar e seja lá o que for... Há muito mais cousas do que posso imaginar agora.
Há você aí, lendo, você ouvindo, eu escrevendo e nós todos respirando. No final, é só isso que sabemos fazer bem feito (ou não).
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