quinta-feira, março 29, 2007

Sons.

Os pés pelas mãos e os olhos perdidos
Estamos aflitos e não temos ninguém
Os dedos suados encontram nos bolsos
O abrigo que o rosto não tem.

Quem irá sorrir quando você for daqui?
Como vou dormir sem te ver sonhar?
Oh!

(...)

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