e vem aquela necessidade de colocar para fora
e me vem as vontades de te arrancar as roupas e amar seu íntimo
mas isso não passa de um sonho, um sonho do qual não quero acordar.
eu sinto que vou vomitar, colocar as cousas no lugar
dizer que eu amo estar ao seu lado
dizer que amo seu cabelo cacheado.
outra vez, um desejo louco de olhar nos olhos dele
e levá-lo pra minha cama, acordar horas depois
com um sorriso estampado no coração
deste palhaço confuso. um palhaço apaixonado
quero fazer do teu sexo o meu segredo
e feito tragédia de grego morrer só por nós dois.
quero beber até cair, libertar os meus demônios
e esquecer que nada vai mudar entre a gente.
não serei, nunca, mais do que seu amigo.
nem eu, nem ela.
quarta-feira, janeiro 24, 2007
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